Agora não quero mais =x
terça-feira, 22 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Só você
Eu conto detalhes no canto em prantos
Você, no entanto, me acalma paciente
Sussurro maldições e espalho o veneno
Você atura, escuta, entende
Eu corto, recorto, tricoto e reclamo
Você, brisa serena, me mostra refúgios
Desequilibro no eixo, esperneio, me revolto
Você, malabarista, me ensina a dançar
Improviso, feliz, mais um dia em seu sorriso.
terça-feira, 1 de junho de 2010
So much has been said about the girls over the years...
But we have never found an answer...
It didn't matter, in the end, how old they have been... or that they were girls...
But only that we had loved them... and that they hadn't heard us calling... still did not hear us calling them out of those rooms... where they went to be alone for a long time... and where we will never find the pieces to put them back together.
It didn't matter, in the end, how old they have been... or that they were girls...
But only that we had loved them... and that they hadn't heard us calling... still did not hear us calling them out of those rooms... where they went to be alone for a long time... and where we will never find the pieces to put them back together.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Chocolate sem vontade
Cheguei em casa e corri para o papel.
E agora?
Não quero que haja segundas interpretações...
E agora?
Não quero que haja segundas interpretações...
Ah, quer saber? Vou dizer o que quero dizer
Escrevi todo o carinho num pedaço de papel rasgado com umas frases de consolo.
No outro dia, comprei um chocolate para, junto ao bilhetinho, deixar na sua mesa e ver a sua reação.
Não assinei.
Queria ser anônima, mesmo sabendo que quando lesse, saberia que tinha sido eu.
Fiz um casulo no momento futuro. Queria ver sua surpresa, seu riso tímido, seu desconserto, queria intimidar tanto quanto me intimida.
Quando cheguei lá, corri para sua sala. Não estava.
Quando cheguei lá, corri para sua sala. Não estava.
"Ótimo, vou deixar aqui e, quando chegar, finjo que não fui eu"
- Não veio hoje - ela me disse - teve que ir em outro lugar.
-E, vai chegar à tarde?
- Não sei... acho que não.
Entristeci. E o riso tímido? E o desconserto? E a intimidação?
Como típica humana que sou, me apeguei a um resto de esperança que sobrou. "Ela disse que não sabia se ia chegar. Então, talvez..."
Horas se passaram e nada da presença desejada.
O chocolate já derretia e o bilhete já não parecia fazer sentido nem ter valor.
Tive que comer o chocolate, ou ele derreteria totalmente. Foi o primeiro chocolate que comi na vida sem a mínima vontade. Foi uma coisa mais empurrada goela abaixo para esconder a frustração de não ter chegado a seu destino.
Nem tinha mais esperança alguma quando ouvi passos no corredor.
"Até parece!" Deixei para lá.
"Até parece!" Deixei para lá.
E então, vejo aquela pessoa inquieta vindo em direção à máquina de café. Não falei nada, nem mencionei o quanto esperei o dia inteiro para fazê-la feliz. Meus olhos, porém, não conseguiram disfarçar.
Me viu, me deu um beijo casual na testa e voltou para pegar o café já pronto da máquina. Voltou ao cansativo dia.
Os papéis se inverteram. Sem bilhetinho nem chocolate, me fez muito mais feliz do que pude imaginar. Felicidade clandestina.
-------------------------Bilhete---------------------------------------
There's nothing you can do that can't be done, nothing you can sing that can't be sung,nothing you can say, but you can learn how the play the game, it's easy!All you need is... CHOCOLATE! xD
Me ajudam nas minhas TPMs (beatles + chocolate)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
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